domingo, 14 de outubro de 2007

Doenças espirituais

As doenças espirituais que atingem todos são: ira, tristeza e acídia. São visíveis tanto nos iniciantes, como nos que já estão caminhando por mais tempo.

A ira é saudável, a ira de Deus é para nos ajudar, nos corrigir. Jesus é manso e humilde de coração, mas também pegou o chicote e expulsou o povo do templo. Ele é doce e suave, mas morreu numa cruz. Eles crucificaram Jesus porque Ele incomodava, tocava nas feridas das pessoas e amava.

As pessoas que querem leis para impedir os pais de educar seus filhos é uma vergonha.
Temos que saber usar a ira, ela é um dom de Deus. Ele nos deu a ira para nós odiarmos o mal e o pecado. Parem de ser pacifistas porque isso é artimanha de satanás. Eu por exemplo não quero ter armas, mas quero ter o direito de ter.

A tristeza também é um dom de Deus, serve para nós chorarmos e nos arrependermos de pecar, de ‘perder’ Deus. Mas as pessoas usam a tristeza para sofrer pelo pecado e sua destruição. Ai está a doença e a infelicidade, não choramos pelo Deus verdadeiro, mas pelos deuses falsos.

A tristeza está ligada a todas as outras doenças, seja pela gula, pelo dinheiro, pelo sexo. Porque não ficam satisfeitos, estão buscando felicidade onde não tem e aí vem a tristeza.

A acídia é uma doença que tem um caráter ambíguo, parece com a tristeza. O lema dessa doença é quando a pessoa: odeia o que tem e deseja o que não tem. A pessoa acídia não suporta o que é, não se aceita, não se perdoa.

A pessoa adulta que já construiu sua vida começa a reclamar, a rever o que fez e pensar no que podia ter feito, começa a questionar se ainda vai ser feliz, porque cria um sentimento de insatisfação e culpa os outros, porque esperou demais o que não era real. Mas as criaturas não são capazes de nos dá felicidade, infelizmente nós esperamos que ela venha aqui e agora. O mundo está cada vez mais doente de acídia.

Não podemos confiar muito nem em nós mesmos, porque temos uma inclinação para o pecado. O papa nos diz que temos que lutar sempre contra o mal, porque essa é nossa tendência.

Só iremos vencer todas essas doenças na ressurreição. Porque não acontecerá paraíso aqui na terra. Portanto temos que perseverar!

Padre Paulo Ricardo

terça-feira, 9 de outubro de 2007





Vocação do catequista

“Deus é tão bom que sempre nos dá uma nova oportunidade”. Ouvi esta frase outro dia quando ia ao Instituto onde faço o curso de Teologia. Durante o percurso fui refletindo sobre o chamado que Deus faz a cada um de nós, sobre a nova oportunidade que Ele nos dá a cada dia. De fato, Deus não dá segunda chance, Ele dá uma nova chance. Quando alguém dá uma segunda chance a outra pessoa, pode ser que não dê uma terceira, e aquela seja a última oportunidade que o outro tem de acertar. Com Deus a coisa é diferente, Ele não se cansa de dá uma nova oportunidade, porque o seu amor é ilimitado. Eis, portanto, a missão do catequista: anunciar com palavras e, sobretudo, ações, o amor infinito de Deus.

De fato, é esse amor que nos impulsiona na missão a nós foi confiada. O catequista, portanto, deve ser um especialista no amor, porque é alguém que teve um encontro pessoal com Jesus Cristo e é comprometido com o seu projeto de construção e edificação do Reino.

O catequista é chamado a ser testemunha de Jesus Cristo. Testemunhar não significa discursar sobre, mas viver intensamente o Evangelho configurando-se Àquele que primeiro nos amou e nos escolheu: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15, 16). Não se pode anunciar aquilo que ainda não se experimentou. O catequista precisa ter essa consciência de que a missão não é mérito seu, mas lhe foi confiada. Não se trata de realização pessoal, mas algo muito maior, ou seja, o catequista é um eleito de Deus para exercer esta vocação específica no seio da Igreja. Vocação esta que não pode ser vivida fora do contexto do amor.

Infelizmente existem muitos catequistas que estão sempre reclamando de tudo e de todos, principalmente de seus próprios catequizandos, “ninguém quer saber de nada...”. Vivem dando ultimatos às crianças e adolescentes: “se vocês não fizerem vocês vão vê...”. Com freqüência ameaçam abandonar a pastoral, “só vou ficar mais este ano, porque já não agüento mais...” e por aí vai. Não são felizes! O catequista não pode ser alguém infeliz.

Na Carta aos Gálatas encontramos o resumo de como deve ser a vida do catequista: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.” (Gl 2,20). Os catequizandos precisam enxergar isso nos seus catequistas, através de suas ações e não apenas de suas palavras. O catequista precisa deixar-se seduzir a cada dia por Deus e envolver-se por seu amor infinito, ao ponto de já não viver por si mesmo, mas por Cristo.

Desta forma, encarnando o Evangelho em sua vida, o catequista conseguirá atrair os seus catequizandos para Cristo, numa adesão incondicional ao projeto de Jesus. E sua alegria será infinita, porque sabe que apesar das suas limitações Deus continua agindo no mundo por meio dele, oferecendo sempre uma nova oportunidade à humanidade.

O Mal Existe?

O texto abaixo trata de uma discussão ocorrida numa aula do Curso de MBA Executivo Gestão em Serviços da UFPE.

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:

- Deus fez tudo que existe?

Um estudante respondeu corajosamente:

- Sim, fez!

- Deus fez tudo, mesmo?

- Sim, professor - respondeu o jovem.

O professor replicou:

- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.

Outro estudante levantou sua mão e disse:

- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?

- Sem dúvida - respondeu o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:

- Professor, o frio existe?

- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:

- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe.

Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.

O professor respondeu:

- Mas é claro que sim.

O estudante respondeu:

- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus

diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca.

Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?

Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo?

Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:

- Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu:

- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu:

- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal.

Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não

luz".

CONFISSÃO

O penitente diz a saudação habitual e se benze.


Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

In nómine Pátris, et Fílii, et Spíritus Sancti. Amen.


O sacerdote diz:


O Senhor esteja em teu coração, para que, arrependido, confesses os teus pecados.

Dóminus sit in corde tuo, ut ánimo contrito confitearis peccata tua.


Amém.

Amen.


O sacerdote ou o penitente pode ler ou dizer de cor algumas palavras da Sagrada Escritura sobre a misericórdia de Deus e o arrependimento, por ex.:


Senhor, Tu sabes tudo: Tu sabes que eu Te amo

Dómine, Tu ómnia nosti; Tu scis quia amo Te


O penitente se acusa dos seus pecados. O sacerdote dá os conselhos oportunos e impõe a penitência. O sacerdote convida o penitente a manifestar a contrição.

O penitente pode dizer, por exemplo:


Senhor Jesus, Filho de Deus, tende piedade de mim, que sou um pecador.

Dómine Iesu, Fili Dei, miserere mei peccatoris.


O sacerdote dá a absolvição:


Deus, Pai de misericórdia, que, pela morte e ressurreição de Seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E EU TE ABSOLVO DOS TEUS PECADOS, EM NOME DO PAI, E DO FILHO X E DO ESPÍRITO SANTO.


Deus, Pater misericordiarum, qui per mortem et resurrectionem Fílii sui mundum sibi reconciliavit et Spíritum Sanctum effudit in remissionem peccatorum, per ministerium Ecclésiæ indulgéntiam tibi tríbuat et pacem. Et EGO TE ABSOLVO A PECCATIS TUIS, IN NOMINE PATRIS, ET FILII, X ET SPIRITUS SANCTI.


Amém.

Amen.


O sacerdote prossegue:

A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos, tuas boas obras e a tua paciência na adversidade, sirvam de remédio para os teus pecados, aumento de graça e premio da vida eterna. Vai em paz.

Pássio Dómini nostri Iesu Christi, intercéssio beatæ Mariæ Vírginis et ómnium Sanctorum, quidquid boni féceris et mali sustinúeris, sint tibi in remédium peccatorum, augmentum grátiæ et praémium vitæ æternæ. Vade in pace.



segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Rosto humano de Deus - Dom Genival Saraiva
terça: 02 de outubro de 2007

O Papa João Paulo II convocou a Igreja dos cinco Continentes para reunir-se em Sínodo, a partir de sua respectiva história e prática religiosa, em vista de sua missão, na perspectiva do Jubileu do Ano 2000. Sínodo: “Trata-se de uma prática bastante comum na Igreja, em determinadas épocas. Um sínodo reunia representantes de dioceses de um mesmo país ou de uma região, conforme as necessidades. Essa prática, que caiu em desuso com o tempo, foi retomada pelo Concílio Vaticano II, com um grande sonho: fazer a passagem de um modo centralizado de exercício do poder na Igreja para outro, mais participativo. Paulo VI queria que as grandes decisões da Igreja não fossem tomadas exclusivamente pelo papa, e sim em conjunto com bispos de todo o mundo”. Dessa maneira, há dez anos, realizou-se, em Roma, no período de 16 de novembro a 12 de dezembro de 1997, o Sínodo continental da América, com este tema: “Encontro com Jesus Cristo vivo, caminho para a conversão, a comunhão e a solidariedade na América”.

Jesus Cristo, rosto humano de Deus e rosto divino do homem”. Essa bela e profunda expressão da Cristologia se encontra na Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Ecclesia in América”, promulgada pelo Papa João Paulo II, no dia 22 de janeiro de 1999, assumindo as proposições dos “padres sinodais”. Escreve o Papa: “Jesus Cristo é a ‘boa nova’ da salvação comunicada aos homens de ontem, de hoje e de sempre; mas, ao mesmo tempo, Ele é também o primeiro e supremo evangelizador. (...) A Igreja deve colocar o centro da sua atenção pastoral e da sua ação evangelizadora em Cristo crucificado e ressuscitado. ‘Tudo o que se projeta no campo eclesial deve partir de Cristo e do seu Evangelho’. (...) Por isso, ‘a Igreja na América deve falar cada vez mais de Jesus Cristo, rosto humano de Deus e rosto divino do homem. É este anúncio que verdadeiramente mexe com os homens, que desperta e transforma os ânimos, ou seja, que converte. É preciso anunciar Cristo com alegria e fortaleza, mas sobretudo com o testemunho da própria vida’. Cada cristão poderá cumprir eficazmente a sua missão, na medida em que assumir a vida do Filho de Deus feito homem como o modelo perfeito da sua ação evangelizadora. A simplicidade do seu estilo e as suas opções devem ser regras para todos na obra da evangelização.”

Rosto humano de Deus: ao assumir a condição humana, Jesus Cristo não deixou de ser Deus. É o mistério da kénosis, como escreve São Paulo na Carta aos Filipenses: “Ele existindo em forma divina, não se apegou ao ser igual a Deus, mas despojou-se, assumindo a forma de escravo e tornando-se semelhante ao ser humano, humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte – e morte de cruz!” (Fl 2,6-8) Kénosis significa “Esvaziamento, aniquilamento, despojamento de Cristo na Encarnação.” À luz da Cristologia paulina, é possível fazer o “exame da vida humana de Jesus Cristo.” “O Filho permanece Deus, mas despojou-se de sua glória. (…) Cristo feito homem despojou-se não da natureza divina, mas da glória que tinha, na eterna existência.”

A humanidade de Cristo se revelou nas linguagens que cada um conhece, como experiência pessoal: desenvolvimento físico e psicológico, empatia no sofrimento e na alegria, poder, fraqueza, família, convivência, trabalho e tantas outras porque, segundo a Carta aos Hebreus, “ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, sem todavia pecar.” (Hb 4,15) Por sua humanização, Jesus se tornou histórico, passando a habitar na tenda da provisoriedade, com todas as características daquilo que é terrestre e temporal. Em razão de sua kénosis, Jesus Cristo, rosto humano de Deus, continua muito próximo de nós!

*Dom Genival Saraiva é bispo de palmares - PE

domingo, 7 de outubro de 2007

O Poder da Palavra de Deus (II Tim 3,14-17)

Por: Pe. Luis Fernando Soares
Introdução: Quando queremos conhecer alguém, não basta lhe contarmos quem somos, as coisas de que gostamos e os nossos problemas. É preciso permitir também que a outra pessoa fale conosco. Além de falarmos com Deus em nossas orações, precisamos deixar que Ele fale conosco, através da Bíblia. Deus quer que o conheçamos (cf. Jo 17,3. ele quer que o ouçamos, assim como nossos amigos, quando conversamos com eles. A Bíblia é composta do Velho Testamento, escrito antes de Cristo, e do Novo Testamento, que começa com a vida de Cristo. Ela contém 73 livros ou escritos (71 ou 72, segundo outras maneiras de contar), uma verdadeira coleção de livros, inspirados pelo Espírito Santo. A Bíblia é uma mensagem que Deus dirigiu e continua a dirigir aos homens. A Sagrada Escritura foi escrita durante um período de mais de 1.500 anos, em três línguas diferentes. Mesmo assim, ela é um livro e não muitos, e tem um tema central do principio ao fim. Se quisermos crescer e frutificar como cristãos, precisamos ler a Bíblia com a disposição de obedecê-la. Já vimos como é importante ler a Bíblia; vamos ver agora como tornar essa leitura uma parte regular de nossa vida.
Mensagem:
Se quisermos crescer em nosso relacionamento com Deus, precisamos ouvir e entender o que ele está nos dizendo. Aqui estão alguns passos para ajudá-lo, enquanto lê a Palavra de Deus. Este método de leitura, entre tantos outros, chama-se Lectio Divina ou leitura orante da Palavra de Deus:
1º-ORE – PEÇA A DEUS QUE O ENSINE ENQUANTO LÊ: A Bíblia é diferente dos demais livros. É a Palavra de Deus para a humanidade, e Deus tem algo a dizer a você através de sua leitura, por isso leia com esta atitude. Coloque-se na presença de Deus. Invoque o Espírito Santo dizendo: “Senhor, obrigado por ter-me dado a sua Palavra. Ajude-me a ouvir e entender o seu amor e obedecer seus mandamentos”. Acalme-se e faça silencio em seu coração.
2º-LEIA A PASSAGEM DUAS OU TRÊS VEZES: Escolha um texto, não precisa ser muito longo, leia pausadamente e refletidamente. Com freqüência, a segunda leitura de uma passagem revela muito mais do que a primeira.
3º-PENSE SOBRE O SIGNIFICADO DAQUILO QUE LEU: Reflita sobre o texto lido e procure fazer perguntas ao texto como: O que posso aprender desta passagem? Há alguma promessa de Deus a cumprir? Há algum exemplo a seguir? Há algum pecado a evitar? Como esta passagem se aplica a mim, ao meu casamento, relacionamentos, ministério. É útil escrever seus pensamentos em um caderno, para não esquecê-los. Anote também qualquer coisa que não consiga entender, talvez possa pesquisar mais tarde, ou perguntar ao padre ou alguém sobre esses assuntos. Pe. Jonas Abib, da Comunidade Canção Nova, propõe em seu livro “A Bíblia do meu dia-a-dia” um diário espiritual, sendo a idéia bastante válida.
4º-ORE A RESPEITO DO TEXTO LIDO: Fale com Deus, espontaneamente, a respeito do que você leu e meditou, peça forças para viver a Palavra ou a graça de compreendê-la melhor. Também os Salmos podem ser usados como resposta. Não esqueça de louvar e agradecer a Deus pela sua Palavra.
5º-SILENCIE-SE: É a contemplação. O momento que nos calamos, calamos nossos pensamentos e desejos e permitimos que Deus nos fale no profundo do coração, sem palavras. Neste passo a Palavra se aprofunda e é depositada no cofre do nosso coração, para que a utilizemos no momento oportuno.
Também podemos escolher uma frase, a que mais tocou e decora-la. A Palavra de cor, quer dizer, por no coração.
Conclusão: Ler a Bíblia diariamente nos ajudará a crescer em nosso relacionamento com Deus. Comece lendo a 1ª Carta de João, pois ali encontramos os fundamentos de nossa fé. Separe alguns minutos cada dia para ler sua Bíblia e pensar sobre o que Deus lhe fala. Se você já separou dez minutos para orar, separe outros dez (pelo menos) para ler a Bíblia. Você vai precisar reservar tempo especial para isso, sendo trinta minutos o tempo ideal. Seria ótimo se isso fosse a primeira coisa do seu dia, se isso não for possível, arranje uma hora fixa e cumpra seu horário. E, não se esqueça de anotar em seu caderno de anotação e leitura bíblica (se ainda não tem, providencie um rapidamente) as coisas que está pedindo a Deus e aprendendo com Ele. Alem das perguntas que você não entender, não se envergonhe de apresentar suas dúvidas a um amigo da célula mais experiente. Conheça a Palavra de Deus, e sua vida se transformará numa maravilhosa aventura. (Texto extraído da apostila “Mais que Vitoriosos”)
Que tal um pouco de música ... musicas que alimentem nossa fé !

Se as águas do mar da vida quiserem te afogar
Segura na mão de Deus e vai
Se as tristezas desta vida quiserem te sufocar
Segura na mão de Deus e Vai

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
Pois ela, ela te sustentará
Não temas segue adiante e não olhes para atrás
Segura na mão de Deus e vai

Se a jornada é pesada e te cansas da caminhada
Segura na mão de Deus e vai
Orando, jejuando, confiando e confessando
Segura na mão de Deus e vai

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
Pois ela, ela te sustentará
Não temas segue adiante e não olhes para trás
Segura na mão de Deus e vai

O Espírito do Senhor sempre te revestirá
Segura na mão de Deus e vai
Jesus Cristo prometeu que jamais te deixará
Segura na mão de Deus e vai

Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus
Pois ela, ela te sustentará
Não temas segue adiante e não olhes para trás
Segura na mão de Deus e vai

terça-feira, 2 de outubro de 2007


Leitura da Vida dos Santos e seus escritos
Por Vagner C.Da Silva

"Deu aos santos o galardão de seus trabalhos, conduziu-os por um caminho miraculoso; durante o dia serviu-lhes de proteção, e deu-lhes a luz dos astros, durante a noite" (Sb 10,17)

Por isso dizia Santo Afonso Maria de Ligório: "A verdadeira Sabedoria é a Sabedoria dos santos, saber amar a Jesus Cristo!".

Sobre a Leitura da Vida dos santos, digo as mesmas palavras de Santo Afonso Maria de Ligório, que diz:
"Não vos glorieis de coisa alguma que houverdes feito, muito mais do que vos fizeram os santos.Por isso eu aconselho a todos que façam a Leitura Espiritual sobre as vidas dos santos, porque, por ela, ao menos se abaterá a nossa soberba, vendo as grandes coisas que fizeram por Deus; e nos envergonharemos do muito pouco que temos trabalhado e trabalhamos por Nosso Senhor Jesus Cristo". (Santo Afonso Maria de Ligório - A Verdadeira Esposa de Jesus Cristo).

Sobre o estudo dos escritos dos santos, digo o mesmo que São João Bosco:
"Além do tempo destinado às orações da manhã e da noite, eu vos aconselho que dediqueis algum tempo à leitura de livros que tratem de coisas espirituais como, A Imitação de Cristo; A Filotéia, de São Francisco de Sales; a Preparação para a morte, de Santo Afonso Maria de Ligório; Jesus ao coração do jovem; vidas de santos e outros livros semelhantes.
Grandes vantagens vossa alma obterá com a leitura desses livros; e maior será o vosso merecimento os olhos de Deus se contais a outros o que ledes, ou se fizerdes a leitura em sua presença, sobretudo se for para pessoas que não sabem ler.
Se vos recomendo a leitura dos bons livros, devo também vos recomendar encarecidamente que fujais, como da peste, dos maus livros e das más publicações.
Os livros, jornais ou impressos em que a religião e a moral são menosprezados, lançai-os ao fogo como faríeis com o veneno.Imitai os cristãos de Éfeso, que logo que ouviram de são Paulo o mal que produziam tais livros, apressaram-se a levá-los à praça pública, e fizeram com eles uma fogueira, preferindo que antes caíssem os livros no fogo do que suas almas no inferno".(São João Bosco - O Jovem Instruído)

Obs: "Todos os negritos e grifos, são meus!"